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Convergência

QUESTIONAMENTOS SE REFEREM À RESOLUÇÃO DO MS QUE GARANTE RESSARCIMENTO À JANSSEN EM CASO DE INDENIZAÇÕES JULGADAS CONTRA A EMPRESA POR EFEITOS ADVERSOS E MORTES CAUSADAS PELAS INOCULAÇÕES.

São Paulo – A UNAB – União dos Advogados do Brasil – presidida por Maurício dos Santos Pereira, advogado militante em São Paulo, e a Coalizão Convergências, coordenada pelo empresário Thomas Korontai, ingressaram com um Requerimento ao Ministro da Saúde Marcelo Queiroga, com base na Lei da Informação, para que responda aos questionamentos feitos sobre a legalidade e moralidade da Portaria que garante ressarcimento à Janssen, nos processos em que o laboratório for condenado por efeitos adversos e mortes causados pelas vacinas que vendeu ao Governo Brasileiro.

Segundo Dr. Maurício dos Santos Pereira, “buscamos informação de interesse da Sociedade, pois tem relação direta sobre o duplo efeito de garantia à Farmacêutica Janssen nas questões de indenizações civis nascidas de eventos adversos pós vacina, gerando dupla responsabilização da União Federal, até porque tal garantia já consta  em contrato conforme descrito na própria Portaria. A Portaria nº 1.142 pressupõe que as evidências de efeitos adversos não são tão eventuais, levando o MS a facilitar o ressarcimento da empresa Janssen, por dano ao cidadão brasileiro, o que é um descalabro! O cidadão tem de se sujeitar ao calvário do judiciário brasileiro em ações que levam dez anos e a causadora é que tem o reembolso?”

Thomas Korontai também está indignado com a imoralidade do ato, e mais, “como é que o Estado Brasileiro continua a permitir a vacinação, incluindo as outras marcas, mesmo diante do volume crescente de efeitos adversos e mortes que estão relacionadas às inoculações, isso sim é genocídio!” Ele disse que “é inacreditável o que está ocorrendo, pois, além de violar a soberania do País em todos os sentidos, estão violando a vida dos brasileiros, rasgando a Constituição com apoio do Judiciário e de boa parte do Ministério Público”, basta analisar os atos em relação aos direitos civis e naturais de cada brasileiro”, destaca.

Ambos esperam que o Ministro Queiroga, que é médico, entenda o que está ocorrendo e reveja os atos, em prol da saúde, tanto pelos efeitos adversos que todas as vacinas estão causando, quanto pela característica experimental das mesmas. “Já estão falando em novas doses e até em uma nova vacina contra uma variante africana, promovida à virús com potencial pandêmico” para disfarçar os efeitos que estão destruindo a população global” alerta Korontai. “Está mais do que claro que milhares de médicos estão falando, denunciando, provando com fundamentação técnica e científica tudo o que está ocorrendo. Não é pelo fato de, dentre 200 milhões de vacinados, “apenas” uns milhares terem morrido neste curto prazo que se deve continuar a vacinar, pois ninguém sabe o que ocorrerá daqui a dois, três, cinco anos pelo que foi feito agora. Se os epidemiologistas com Prêmio Nobel estiverem certos, 2/3 da população global serão extintos. Além do mais, sempre foi a norma retirar medicamentos de circulação quando apresentam efeitos adversos em escala muito menor do que está ocorrendo, então, pergunto: o que está acontecendo? Porque estãoa gindo assim?” questiona o coordenador da Coalizão.

O documento foi protocolado nesta sexta feira e o Ministério tem prazo de até 20 dias para responder, conforme prevê a Lei da Informação, invocada no requerimento.

Acesso ao documento completo:
Carta ao Minstro queiroga (1)