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Convergência

TÉCNICOS DO CMIND – COMITÊ MULTIDISCIPLINAR INDEPENDENTE – DESENVOLVERAM APLICATIVO PARA USO EM CELULARES QUE PERMITE FISCALIZAR A ETAPA DE TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS A PARTIR DOS RESULTADOS IMPRESSOS NOS BOLETINS DE URNA AO FINAL DO PLEITO. JÁ SÃO QUASE 11 MIL ELEITORES VOLUNTÁRIOS CADASTRADOS.

Leia as instruções e acesso de como baixar o aplicativo logo após a matéria.

Mensagem feita por Clóvis Torres Fernandes, membro do Cmind, ensina como usar o aplicativo e já responde de forma antecipada que não é possível captar fraudes ocorridas nas urnas, que fazem o ilegal escrutínio (contagem dos votos) de forma secreta, ferindo o art. 37 da Constituição. Porém, permite, com a participação de eleitores em todas as seções eleitorais, totalizar, ainda que por amostragem de amplo espectro, os resultados provenientes dos BUs (boletim de urna), de forma a evitar eventual manipulação dos dados no âmbito dos TREs e TSE. Essa providência é fundamental, uma vez que a totalização dos resultados das eleições de 2014 foram colocadas em alto grau de suspeição, especialmente pelo fato de apenas os técnicos do TSE a promoverem em sala fechada, sem a presença de nenhum fiscal ou representante de partido, configurando em mais um crime, pois tal fato exige a publicidade e transparência do ato. Chamou a atenção também, o fato de o TSE ter anunciado na última hora que a totalização só seria anunciada três horas depois do encerramento do pleito, para “respeitar” o fuso horário do Estado do Acre. Além disso, o comportamento estatístico dos números divulgados pelo TSE violou todas as normas e padrões matemáticos, ensejando forte desconfiança no processo. Sabia-se também, que a então candidata à reeleição Dilma Roussef dispunha de altíssimo índice de rejeição, o que já se configurava como derrota anunciada.

RESUMO DO QUE VOCÊ DEVE FAZER PARA AJUDAR A FISCALIZAR AS ELEIÇÕES:
Verificamos e o app é muito fácil de usar. A solução permite que se fotografe o código QRcode, um quadrado cheio de códigos específicos. Basta fotografar e enviar a foto diretamente do aplicativo para os servidores do Cmind. Você, fiscal, deve estar presente no interior da seção eleitoral um pouco antes das 17h, para poder fotografar o Boletim de Urna que será afixado pelo presidente da seção.

1. Acesse o aplicativo (somente para plataformas Android). Se preferir, pode copiar o link para seu celular: https://totalizacaoparalela2018.com.br/
Você poderá também baixar o app diretamente do GooglePlay simplesmente procurando na loja por “Totalização Paralela das Eleições 2018“.

2. Tem dúvidas, quer mais informações de como proceder?
Na própria página   clique em “FAQ” e vá para as perguntas e respostas.

É MUITO IMPORTANTE A SUA PARTICIPAÇÃO NESTE PROCESSO!

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Leia a mensagem completa do especialista do Cmind:

Olá, eu, Clovis Torres Fernandes, Professor Titular aposentado do ITA, faço parte do CMInd (Comitê Multidisciplinar Independente). O CMInd é um grupo de especialistas brasileiros de diversas áreas do conhecimento acadêmico e tecnológico, independente do TSE e apartidário, reunidos em 2009 para tratar das questões relativas à adoção e ao uso do voto eletrônico no Brasil.

Marco Carvalho, também um membro do CMInd e excelente programador, desenvolveu praticamente sozinho o app CMInd, sem apoio algum de empresas ou outras instituições, apenas com a ajuda de voluntários de Florianópolis no design do aplicativo e voluntários de São Paulo na confecção de 2 vídeos de divulgação, disponibilizando-o como um aplicativo do grupo CMInd.

O usuário, após o encerramento da votação às 17h00 deste domingo, 07/out, usará o aplicativo para enviar os dados colhidos dos QR codes dos Boletins de Urna (BUs) aos servidores do app CMInd. O BU impresso registra o total dos votos dados pelos leitores aos seus candidatos numa dada urna. O presidente da seção eleitoral, tem obrigação de imprimir o BU da sua seção e expor no lado de fora da seção, após o término da eleição.

Se você estiver interessado em ajuda na totalização paralela, esteja presente em um local de votação antes do encerramento às 17h para poder permanecer lá dentro e ter acesso aos BUs.

Todo armazenamento e totalização será feito nos servidores do app CMInd. Você poderá acompanhar a totalização por meio do site , lembrando que o objetivo do app é garantir a única parte auditável da urna eletrônica brasileira: a totalização. Além disso, pode-se confrontar os BUs armazenados nos servidores do app CMInd com os BUs equivalentes disponibilizados pelo TSE 72h após o término da apuração.

Atenção, o app CMInd, nesta versão, está disponível apenas para plataforma Android. Faça uso da última versão do aplicativo para ser capaz de fazer toda a operação aqui delineada!

Você poderá encontrar mais informações sobre o app e o processo de Totalização Paralela nos seguintes sites:
https://totalizacaoparalela2018.com.br/ (onde poderá baixar o aplicativo)
https://www.facebook.com/TotalizacaoParalela/

Para tirar suas dúvidas de como usar o app CMInd olhe o FAQ em https://totalizacaoparalela2018.com.br/ ou na página do Cmind no Facebook.

P.S. 1: Como o app CMInd está disponível para qualquer pessoa usar, o partido PSL montou uma operação gigantesca para divulgação e uso do app durante as eleições deste ano pelos seus apoiadores. Informamos, contudo, que o grupo CMInd não tem nenhuma relação com o PSL nem com qualquer outro partido político!

P.S. 2: “DO QUE ADIANTA A INICIATIVA DE TOTALIZAÇÃO PARALELA, SE AS URNAS ELETRÔNICAS PODEM GERAR BUs JÁ ADULTERADOS?
O processo eletrônico de votação brasileiro é composto por três etapas: 1.Preparação; 2.Apuração e 3.Totalização. Atualmente a única etapa do processo eletrônico de votação brasileiro passível de fiscalização efetiva pela sociedade civil é a de Totalização, uma vez que não há o Voto Impresso conferível pelo eleitor, como ocorre em todos os demais países que usam urnas eletrônicas.

Assim, embora a transparência e auditabilidade nas etapas de PREPARAÇÃO e APURAÇÃO ainda estejam comprometidas, nós seguimos acreditando na validade da fiscalização por meio da TOTALIZAÇÃO PARALELA, não por ser a melhor forma de se auditar o Processo Eletrônico de Votação, mas por ser a única etapa passível de fiscalização efetiva pela sociedade civil.”