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Convergência

EM REUNIÃO FECHADA, ATIVISTAS E MOVIMENTOS CIVIS APRESENTAM CARTA E DOCUMENTOS AOS GENERAIS DA RESERVA QUE TÊM INTERLOCUÇÃO COM OS COMANDANTES DA ATIVA, PARA QUE AS ELEIÇÕES DE 2018 TENHAM CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS. 

BRASILIA, 30/05/18
Realizou-se em encontro fechado, apresentação de documentos, fatos e provas sobre tudo que ocorre atualmente no processo eleitoral brasileiro, as fraudes por conta das urnas eletrônicas sem contraprova física, resultando em insegurança plena quanto aos resultados das votações,o que torna todas as eleições ilegítimas.

Estiveram presentes os Generais Paulo Chagas, Rocha Paiva, Sodré, Santa Rosa, os majores PM Olavo Mendonça (um dos maiores especialistas em Segurança Pública do País e especialista em TI), e Aguiar, Diretor do Conselho Nacional dos Comandantes Gerais da Polícia Militar. Presença de passagem do Deputado Federal Izalci Lucas para relatar sobre suas impressões do Congresso em relação ao TSE, bem como, para anunciar a aprovação do requerimento para nova audiência pública de confrontação entre técnicos do Cmind e outras entidades de cunho tecnológico com os técnicos do TSE.

A reunião foi proposta e organizada pela Sra. Ray Alves, do Movimento Rua Brasil e pelo Sr. Marcos Mariane, estudioso e ativista do processo de votação, membro ligado ao Conclave Pela Democracia e Convergências, Thomas Korontai, Coordenador do Convergências, o Sr. Felipe Porto (União dos Movimentos), o Dr. Felipe Gimenez, Procurador do Estado do Mato Grosso do Sul, representando a Associação Pátria Brasil e o Sr. Jorge Fernando do Movimento Rua Brasil.

Pouco antes da reunião, foi entregue a cada um dos senhores generais, uma pasta com uma Carta aos Comandos Militares, assinada por cerca de cem movimentos civis, por meio do Convergências, juntamente com uma Declaração Pública que encaminha cinco pontos dentro da legislação para que as eleições ocorram com legitimidade.

A reunião foi aberta por Thomas Korontai, que relatou os pontos da pauta do encontro, destacando o fato de o TSE usar as FFAA para legitimar a fraude. O Sr. Marcos Mariane fez um detalhado relato sobre os crimes cometidos pelo Secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, e pelo ministro Gilmar Mendes enquanto Presidente do TSE, este por crime de prevaricação, dentre outros, uma vez que não tomou providências para o atendimento da imposição legal do art. 59-A da Lei 13.165/15.

Incorporou-se à pasta com a Carta aos Comandos Militares, assinada por mais de 90 movimentos via Convergências, documentos produzidos por Marcos Mariane, tais como, a Noticia Crime contra o Secretário de TI do TSE, e sobre “o crime perfeito” que será praticado por Gilmar Mendes, por suspeição, ao julgar a ADIN da PGR para anular os efeitos da Lei do Voto Impresso, o que o livraria dos crimes de prevaricação. Gilmar Mendes estará cometendo outro crime, ferindo o disposto no artigo 39 da Lei 1079/50 que impede juízes em suspeição de julgarem.

Entregue também, documento que apresenta declaração de técnicos e especialistas membros do CMind, do ITA, do Instituto Brasileiro de Peritos, e da Associação Nacional de Peritos criminais federais, sobre a ilegitimidade de votação sem o registro impresso do voto, pois não há a segurança necessária no sistema. Ou ainda que se adote a cédula de papel, nas máquinas desprovidas de impressoras.

Marcos Mariane falou bastante também sobre os custos superfaturados dos equipamentos, quando uma impressora simples chega perto dos R$ 2.000,00 por unidade, sabendo-se que tal dispositivo não passaria, exageradamente, de R$ 200,00. Mas, que mesmo assim, conseguiu-se uma dotação orçamentaria de R$ 250 milhões para o Orçamento da União, aprovada no Congresso, para a aquisição de todas as impressoras ao custo absurdo de R$ 500,00 cada. O TSE não utilizou a verba e nada fez.

Mariane apresentou também uma tabela de comparações de custos, segurança, legalidade e constitucionalidade entre a urna com impressora, a urna sem impressora e urna com cédula de papel.

O Dr. Felipe Gimenez fez relatos do ponto de vista jurídico relacionados à contagem pública dos votos, em atendimento aos princípios do Art. 37 da Constituição Federal. Deixou claro que nenhuma discussão técnica que dispense tal preceito tem validade ou legitimidade, pois sem que tal ato atenda aos requisitos, é nulo de pleno direito.

Os generais ouviram atentos, fizeram muitas perguntas e comentários, inclusive sobre a logística da fraude e dos fraudadores, considerado a escala d e tal operação em nível nacional, e os técnicos presentes, como o Major Olavo e o Sr. Felipe Porto, acompanhados pelo Dr. Felipe Gimenez, expuseram claramente como se fazem tais fraudes com pouquíssimas pessoas.

Thomas Korontai lembrou ainda que as eleições sem auditoria real não permitirão que a maioria dos candidatos militares da reserva seja eleitos. Este fato poderá contribuir para a desmoralização das FFAA que hoje se mantém em alto prestígio junto à grande maioria da população Brasileira.

O objetivo da reunião foi solicitar que os generais, que têm interlocução direta com os comandos das FFAA, montem uma operação de pressão para que a Lei seja cumprida pelo TSE, e que a fiscalização que farão por ordem do Decreto presidencial assinado no ultimo dia 28 pelo Presidente Temer, contemple prioritariamente a contagem pública dos votos antes da emissão do boletim de urna. Existe também, uma portaria do TSE que instituiu o comitê técnico que tem a participação do Exército, usando as FFAA para “verificar a inexistência de possibilidade de fraudes no software” demonstrando como o TSE quer usar as FFAA para legitimar um processo eleitoral absolutamente duvidoso.

A conclusão é de que os generais ficaram bastante bem impressionados com o volume de consistências das informações transmitidas, o que permite que o objetivo – interferência das FFAA no processo eleitoral, para que se cumpra a Lei e a Constituição, evitando-se crimes eleitorais e crimes contra a Democracia – seja alcançado em face da interlocução deles com os militares na ativa.

GRAVAÇÃO DA CONVERSA AO VIVO ANTES DA REUNIÃO
Antes do encontro, que terminou com um jantar, gravou-se uma conversa entre Felipe Gimenez, Marcos Mariane, Olavo Mendonça e Thomas Korontai, veja como foi: